quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Mudanças repentinas

Notícia mesmo é o anormal, o homem morder o cachorro, não o inverso. É nesse sentido que protestos de direita com mascarados, depredações e incêndios deveriam ter intrigado nossa mídia. Como, esta deveria se perguntar, pessoas que se reuniam aos milhões sem virar uma lixeira se transmutaram repentinamente em vândalos ferozes?

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

O futuro de nossos jornais

Dizer que o condutor do processo foi ouvir um sambinha com uma das partes e pretende prender mais partidários da outra não é nenhuma novidade. Melhor falar mais um pouco de quem nos dá essas notícias, aquela parcela do jornalismo que está tentando consertar a velha tesoura.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Afia-se tesouras

Escuta-se em nossas ruas, com crescente frequência, um som que julgávamos pertencer ao passado. É o apito do amolador. Não daquele mané que perdeu e foi devidamente admoestado pela autoridade suprema. Quem está voltando é o afiador de facas, alicantinhos de unha e, principalmente, tesouras.

domingo, 11 de dezembro de 2022

A coisa tá ficando preta

"O imposto cria sua própria despesa", definiu Ronald Reagan com rara precisão. Não falha, você cria um imposto qualquer e logo aparecerão mil coisas que dele dependem e que serão defendidas como importantíssimas e indispensáveis por alguém.

sábado, 10 de dezembro de 2022

Eles já sabiam

Culpa de quem? Nisso todos eles estão de acordo, o Brasil só perdeu a Copa porque nosso governo ainda está nas mãos de um fascista genocida como Bolsonaro. Quanto à solução do problema, no entanto, há divergências entre os que se dedicaram a recolocar o lulopetismo no poder.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Vai, Brasil!

Que é isso, companheiro, falando de futebol? Óbvio, já que hoje é um quase feriado, que cesse tudo o que as demais musas cantam e o fim de semana que começou mais cedo continue com uma grande festa pelo avanço para a semifinal. Festa verde e amarela, do Brasil normal.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Pegou o chapéu e se foi

Temos que tirar o chapéu para os peruanos que, embora com algum atraso, mandaram o presidente "marxista-mariateguista" pegar o seu e deixar o palácio. Na verdade colocaram o malandro onde um de seus equivalentes em países vizinhos estaria se não houvesse aparelhado os tribunais superiores, na cadeia.