terça-feira, 7 de abril de 2026

Empacado

O antigo joguinho é a cara do que esse desgoverno faz com o povo brasileiro. Você perde o desafio caso troque as letras ao repetir bem rápido "paca, tatu, cotia não". E perde também se não enrolar a língua, pois basta o desafiante inventar que era para dizer "paca, tatu", mas "cotia não".

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Calma, pode piorar

Calma, que pode piorar. Através de uma de suas deputadas (Ana Pimentel, de Minas), o PT está querendo criar uma lei para "o enfrentamento da misoginia em aplicações de internet", com punições para todo mundo que colaborar para esse terrível mal, da plataforma utilizada a quem compartilhar um meme misógino.

domingo, 5 de abril de 2026

Não é racismo também?

Nenhum cidadão americano ou israelense seria mesmo louco de ir para lá neste momento, mas este barzinho de Teerã resolveu colocar um cartaz para anunciar ao mundo que não os quer por perto. Até cerveja pra mulher sem burca eles servem, mas americanos e israelenses nem pensar.

sábado, 4 de abril de 2026

Meninos levados

A mídia e as pessoas que hoje acusam o menino Ney de machismo passaram décadas dizendo que as mulheres às vezes saíam da caixinha porque estavam "naqueles dias", sob o domínio de loucos hormônios que as deixavam descompensadas, fora de controle. Até lei que prevê dois dias de "folga menstrual" foi aprovada na Câmara meses atrás.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Vem mais soberania por aí

A última pesquisa Atlas/Intel não perguntou apenas quem são os candidatos que o entrevistado rejeita (como normalmente se faz), mas qual é aquele que ele mais rejeita, o pior dos piores na sua opinião. E o campeão absoluto foi o Molusco, com 50%, mais que o dobro de Flávio, que ficou em segundo lugar com 24%.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Negócio sem fim

É difícil mensurar o tamanho do desastre que representou a descondenação do Lara e sua recondução ao poder. Gastos descontrolados, dívida explosiva, impostos nas alturas, escândalos bilionários de corrupção, entrega da Amazônia a interesses escusos, censura, consolidação da criminalidade... tudo junto e misturado.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Filhos de painho

Ao final do primeiro turno da eleição de 1989, Collor, com 30,48% dos votos válidos, e o ladrão, com 17,19%, foram para o segundo turno. Brizola quase chegou lá com 16,51%. Covas teve 11,52%, Maluf 8,85%, Afif 4,84%, Ulysses 4,74% e Roberto Freire 1,14%. Os outros catorze ficaram no zero vírgula.