"Noruega trocou mais passes contra o Brasil que contra Letônia e Estônia", diz o jornal. Mas não foram passes envolventes de uma equipe incisiva, eles ficavam tocando a bola perto da linha divisória e o Brasil, que teve 25% de posse no segundo tempo, ficava olhando, esperando calmamente a hora de retomá-la.






