Na Folha de hoje, Mariliz Jorge, aquela dos palavrões, se mostra preocupada com o destino do "jornalismo" - é como ela chama o Consórcio - neste ano de pressões eleitorais. No X, onde dá para responder sem assinar aquela porcaria, eu procurei tranquilizá-la lembrando a influência que "jornalistas" como ela ainda tem:






