terça-feira, 17 de março de 2026

Triunfo da verdade

Que crescimento de Flávio, que nada, o que mais apavora os colunistas de esquerda de nossos jornalões é o índice de brasileiros que vai abrindo os olhos e entendendo que Jair Bolsonaro não quis dar golpe algum. Não duvido que uma próxima pesquisa encomendada diminua o fenômeno, mas ele é irreversível.

Cerca de 54% acreditavam que houve golpe em 2023 e 54% concluíram que não houve em 2026. O número é admitido pelos malandros que tentaram (e ainda tentam) empinar aquela narrativa ridícula, mas o que realmente deve preocupá-los é que apenas 39% dos eleitores acreditam no discurso oficial. 

O número é próximo da massa de 25 a 30% de idiotas completos que compra qualquer coisa que a mídia imponha. Em outras palavras, toda a energia que eles investiram nessa mentira já não afeta quem está acima do nível gado absoluto. E a imensa maioria dos afetados votaria no PT de qualquer jeito, eles não ganharam quase ninguém.

Grande vitória

Para você, que acompanhou os fatos e consegue pensar por conta própria, sempre foi óbvio que um crime deve ser comprovado, que não existe golpe sem armas pesadas, que Bolsonaro não liderou o protesto do dia 8, que não haveria sentido em deixar o comando das FFAA para tentar derrubar o novo governo com mulheres e idosos etc.

Mas muita gente não sabe que o PT apagou as imagens que desmentiriam a farsa, nunca viu as transmitidas por celular que provam a existência de infiltrados e os convites do GSI petista para que os manifestassem entrassem nos prédios, não acompanhou os atropelos e as ridicularias como "a diferença entre tentar e atentar".

Esse pessoal só viu a notícia na TV meio por alto, enquanto esperava o capítulo da novela ou o futebol. Se a TV disse que houve um julgamento e os acusados foram condenados é porque devia ser verdade. Que esse cidadão tenha percebido depois que foi enganado é uma grande vitória para quem sempre defendeu a verdade.

Os mentirosos se agitam

Em o O Globo de hoje, o espertalhão Pedro Doria ecoa o fanático Celso Rocha de Barros, perguntando-se por que a "direita" (que para eles inclui tudo que não for petismo, até os tucanos e a Tabata Amaral) não conseguiu apresentar um candidato que não fosse escolhido por Jair Bolsonaro. 

Uma das respostas é que os "direitistas não-bolsonaristas" não condenaram suficientemente o "golpe", pois se eles tivessem fechado com a imprensa tudo seria diferente. Seria mesmo, Pedroca, os caras perderiam qualquer chance junto ao eleitor não petista, que sempre foi minoria entre os que caíram na conversa fiada.

Mais desesperado ainda está o Juliano Spyer, o especialista em evangélicos da Folha. Obrigado a ver o mundo sob a ótica da sua pretensa especialidade, ela agora inventou que os evangélicos que preferiam Tarcísio ao invés de Flávio podem acabar votando em... Renan Santos, do MBL! 

O artigo chega a ser divertido, recomendo a leitura. Mas é mais uma amostra da tentativa de empinar alternativas de falsa direita para auxiliar o petismo a vencer, mais uma tucanagem da Folha. Mais um possível indício da influência do Doria Docinho, padrinho informal dos menines, sobre o jornal.


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