Silêncio eloquente, é o nome da coisa. Não se encontra, nos três autodenominados pilares da imprensa brasileira (o "consórcio"), uma reportagem, uma coluna assinada, uma menção que seja às revelações, em curso nos EUA, sobre as pilantragens do imunologista Anthony Fauci na época da pandemia.
Perdoado previamente (!) por Joe Biden, Fauci invocou seu direito ao silêncio na investigação de uma comissão do Senado americano. Mas suas anotações (seu "diário"), encontradas em servidores do governo pela atual administração, falam por ele.
Não vou repetir detalhes aqui, quem quiser pode encontrá-los em contas do X e em jornais menos badalados como Gazeta do Povo e Poder 360. Em resumo, era quase tudo falso; Fauci, tratado como oráculo dos deuses no que diz respeito à covid, mentiu conscientemente do começo ao fim.
A origem do vírus no laboratório chinês, a sua verdadeira letalidade, a eficiência e os riscos das vacinas... não há um único tema em que a versão oficial coincida com aquela que era mais próxima da verdade, mas foi chamada de "negacionista" e atacada covardemente pelos "consórcios" da vida.
Destaco um item que sempre me chamou a atenção. Durante a pandemia, muitos médicos trataram seus pacientes com cloroquina e ivermectina. E isso precisou ser feito às escondidas depois, mas foi admitido e até elogiado no início. David Uip confessou ter utilizado cloroquina, Randolfe parabenizou a saúde de seu estado por adotá-la... exemplos não faltam.
Logo depois, no entanto, vimos uma verdadeira campanha contra essas alternativas. E o curioso é que seus detratores não diziam que elas faziam mal, mas apenas que não funcionavam como funcionariam (no futuro) aquelas maravilhosas vacinas treze vezes mais seguras que a chance de um raio atingi-lo.
Ora, qual seria o problema de tentar salvar alguém com o que seria um mero placebo até o grande medicamento estar disponível? Que mal haveria em tentar ao invés de deixar um paciente morrer? Por que nosso "consórcio" via isso como um crime?
Pode-se dizer que faziam isso porque Bolsonaro defendeu esses tratamentos e a imprensa desonesta usava de tudo para atacá-lo. Mas a verdade é que a campanha contra os "placebos" envolveu todo o Ocidente. E agora, na esteira do caso Fauci, o secretário de saúde de Trump, Robert Kennedy Jr., nos oferece uma explicação:
O problema de Tony Fauci é o seguinte: existe uma lei federal pouco conhecida que diz: "Você não pode conceder uma autorização de uso emergencial para uma vacina se houver qualquer medicamento aprovado para qualquer finalidade que se mostre eficaz contra a doença em questão."
Portanto, se Tony Fauci ou qualquer outra pessoa tivesse admitido que a hidroxicloroquina ou a ivermectina são eficazes contra a covid, teria sido ILEGAL conceder a autorização de uso emergencial para as vacinas, e elas NUNCA teriam sido aprovadas. E um empreendimento de 200 bilhões de dólares teria entrado em colapso.
É isso, havia o ódio insano contra Bolsonaro por aqui e o desejo de controlar o mundo em termos globais, mas a base era o grande negócio. Quantos brasileiros morreram naquele ano sem vacina (ou mesmo depois, porque elas nunca cumpriram sua promessa) por culpa da canalhice do "consórcio"? Nunca saberemos. Só podemos saber por que eles não tocam no assunto.

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