O grupo foi a tranquilidade de sempre, mas os chaveamentos nem tanto. Bem que poderíamos pegar África do Sul, Austrália, Bósnia-Herzegovina ou outras nulidades classificadas ou a caminho de se classificar para a próxima fase, mas nos coube logo o Japão, que hoje é uma seleção capaz de ameaçar qualquer um.
Passando pelo Japão pegamos Costa do Marfim ou, mais provavelmente, quem ficar em segundo lugar entre França e Noruega, que se enfrentam diretamente hoje à tarde. E a menos difícil entre as duas parece ser a Noruega, contra a qual temos um retrospecto de duas derrotas e dois empates (o último destes quando o Haaland estava no jardim da infância).
Daí em diante as combinações ficam mais complexas, mas a lógica indica que, se formos em frente, pegaremos a Inglaterra nas quartas e a Argentina na semifinal. Dando certo de novo, é só encarar a final contra uma surpresa como os EUA ou velhas conhecidas como Alemanha, Holanda ou França (se esta, repetimos, pelo menos empatar com a Noruega hoje).
É só pedreira, só alto nível, não tem uma meia moleza no caminho. Mas assim é toda Copa do Mundo, você tem que jogar e ter um pouco de sorte para chegar lá. O Zagallo diria que só faltam cinco, mas na verdade sempre falta um. E um da vez é o Japão, o resto não interessa.
"Estrangeiros"
Eu vivia confundindo os ães, mas agora aprendi: Bruno Guimarães é o branco de barbicha do meio-campo, um dos melhores do último jogo; Gabriel Magalhães é o negro da zaga, que não foi muito exigido. O Matheus Cunha eu já tinha decorado. E do Douglas Santos, que está fechando a esquerda, eu lembrava do seu pouco tempo no Atlético.
Saber quem é quem deixa a Seleção mais simpática, esse negócio do pessoal ir jogar cedo na Europa desconecta o torcedor do time. Lembro que em 82 alguns ainda defendiam que o Falcão não fosse convocado porque jogava no exterior, na Roma. Acho que foi a última vez em que se levantou essa possibilidade.
Sucesso
Os estádios, principalmente os americanos, têm mais personalidade e são mais bonitos que os nossos. Também comportam mais público e geralmente estão lotados. A Copa com mais times já é um sucesso absoluto, que só não é mais festejado porque a imprensa dominada pela esquerda tem bronca do Trump e torcia pelo seu fracasso.
Para diminuí-la a essas alturas seria necessário um atentado terrorista de grandes proporções ou algo igualmente grave. Mas acho que nada de ruim vai acontecer, até os ETs que aparecerem em sonhos para a Vó Baiana parecem ter desistido de abduzir nossos craques.

Nenhum comentário:
Postar um comentário