Haja coração! Duas vitórias contra as FARC & Associados, mas ambas decididas no fotochart, por um triz. E, um pouco mais ou um pouco menos, essa tem sido a norma nos EUA, aqui e em outros países. Cada eleição é uma emoção, dependendo de um número mínimo de eleitores balançar para lá ou para cá.
Não deveria ser assim, tão danosa se mostra a extrema esquerda quando assume o controle de uma nação. Basta ver o nosso exemplo: gastos desenfreados, impostos aumentados, inflação e por aí afora, num estrago que nem a pandemia chegou a causar. E isso para não falar dos "costumes", das perseguições políticas, da censura etc.
Não adianta, há uma parcela da população que, ou é cúmplice disso e vota pela sua boquinha, ou não se importa com nada disso e cai na conversa de que a esquerda é quem mais "cuida das pessoas" ou algo semelhante. Temos até imbecis que se dizem de direita, mas votam contra ela por inveja de quem tem condições de vencer a esquerda.
É claro que a extrema esquerda pode ser vencida ocasionalmente. Mas para evitar a emoção e resolver esse problema de uma vez por todas, seria necessária uma reforma eleitoral que adotasse uma ou mais das medidas a seguir preconizadas. O caso em mente é o do Brasil, mas deve servir para os outros também.
Fim do voto feminino - Todos sabem que as mulheres são mais manipuladas pela propaganda e, além de se vender como "cuidadora", a esquerda abusa de seu domínio no setor cultural para se dizer libertadora do pobre sexo oprimido, obtendo uma vantagem que nunca consegue entre os homens.
Condenado não pode votar - O sujeito vai para a cadeia por um período, mas perde o direito a votar por mais uma década. Nós temos milhões de bandidos e cada um puxa eventualmente uma cana. Como quase 90% deles vota (por interesse) na extrema esquerda, isso também resolveria o problema.
Quem recebe auxílio não vota - Não são todas, mas muitas pessoas que recebem auxílio emergencial são tentadas a votar no governo que o concede. Se é proibido dar brindes para o eleitor, por que não impedir também essa compra disfarçada de votos? O dia em que o sujeito não precisar de auxílio, pode voltar a votar.
Títulos casados - Proibir analfabetos de votar (como era até 1985) acabaria com o perigo da esquerda vencer. Mas verificar o analfabetismo de cada eleitor é muito difícil e todos são obrigados a cursar a escola até o segundo grau. Assim, a regra seria simples: o título de eleitor sai junto com o certificado de conclusão do segundo grau.
Estaríamos estimulando a educação e em termos de idade não haveria muita diferença para o estudante normal. Os demais poderiam fazer algum supletivo quando quisessem votar. O nível de ensino atual em geral é baixo, mas a experiência mostra que isso já resolveria o problema.
Era isso, esperamos ter ajudado.

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