Bilionário por herança é o Roberto Marinho Neto, que hoje tem 42 e só casou aos 37 com a gatíssima Fiorella Mattheis. Antes, imagine você viver desde sempre na alta roda, com festa para todo lado e a mulherada interessadíssima em lhe agradar. Foram vinte anos de curtição, incluindo namoros com top models como Isabel Goulart.
O George Soros tem mais grana que os Marinho. Se o seu filho e sucessor, Alex, fosse normal, teria um histórico semelhante. Mas não. Nada se sabe de sua vida social ou amorosa antes dele se casar, ano passado, aos 40, com uma mulher dez anos mais velha, feia pra cacete, que era assessora da Hillary Clinton e só se interessa por política.
Nos antigos programas humorísticos da Globo se diria que "isto é uma bichona". Mas acho que é pior, é uma bichinha. Amarga, rancorosa, disposta a usar os bilhões que agora administra na Open Society para se vingar do mundo, torcendo-o à sua feição. Como bem avisou o menino ao sair das sombras, ele é pior que o papi.
Nos EUA, escaldado pela primeira experiência, Trump está lutando para desmontar os esquemas de domínio de verbas públicas e fraudes eleitorais de sua turma. Mas eles acreditam que voltarão ao poder na próxima eleição e Alex viaja pelo mundo para convencer seus aliados a resistirem por algum tempo e avançarem como podem.
E eles avançam, está aí o exemplo da censura das redes na Europa. Ou, infelizmente para nós, de países como o Brasil. Nossa situação deve ser hoje um case de sucesso que pessoas como o Alex fazem questão de manter, dando apoio e pagando bem a quem representa seus interesses por aqui.
Vem daí, não só da conjuntura interna, a sensação de costas quentes que encoraja nossos censores e ditadores. E com isso nós chegamos ao caso de bichice local do Barrosa, o fiel soldado da agenda globalista que, após tantas vitórias obtidas ao longo dos anos, decidiu repentinamente afastar-se.
Se os outros continuaram tranquilos, por que justamente ele teria se assustado com o primeiro rugir do Trump? Seria só uma questão de nervos mais frágeis? Ou tudo foi um teatro, uma última ordem superior, regiamente remunerada, para trocar os sete anos que ainda lhe restariam pelas décadas de um lacrador mais jovem.
Seja como for, estamos agora prestes a ver sua vaga no STF entregue a alguém ainda pior, mais totalitário, desonesto e obtuso, que pode permanecer no cargo durante vinte e nove anos. Pode-se dizer a seu favor que não é uma bichinha nem se comporta como tal, mas isso não resolve muita coisa.
E pensar que...
Se Bolsonaro tivesse sido reeleito não poderia concorrer novamente e agora um de seus filhos seria candidato contra alguém da esquerda. Mas as contas públicas estariam em ordem, mais impostos teriam baixado, os aposentados não teriam sofrido nenhum assalto, as estatais continuariam dando lucro...
E o problema do STF estaria resolvido ao natural, pois ele já teria nomeado mais dois nomes e equilibrado as forças lá dentro. A diferença já era óbvia na época, mas os analfabetos e bandidos que constituem seu grande eleitorado não deixariam de votar no Lara por isso. O que ferrou o país não foram eles, mas as bichinhas isentas.

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