sábado, 7 de março de 2026

Kriptrumponita funciona

O que está acontecendo na Venezuela após a captura do aliado petista? Quem responde é o insuspeito Alexander Busch, esquerdista alemão que vive no Brasil e escreve na DW. Parte do seu artigo é aquela conversa fiada de que Trump é abusivo e o democrata Lule não deveria auxiliar a ditadura bolivariana. Segue o trecho que interessa.

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Dois meses atrás, militares americanos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa em Caracas, no âmbito de uma operação militar. Desde então, nada mais é como antes na Venezuela.

A maioria dos venezuelanos parece aliviada. É como se um pesadelo tivesse acabado. As ruas voltaram ao normal. Estão cheias de gente. Os restaurantes estão lotados. Há poucas semanas, as ruas ficavam desertas ao pôr do sol. Há gasolina novamente. As filas diante dos postos de gasolina, que durante anos fizeram parte da paisagem urbana, desapareceram. A ajuda humanitária dos EUA à Venezuela, suspensa por Trump, também foi retomada. Há medicamentos e alimentos vindos dos EUA.

E quase todos afirmam: "A ação violenta de Trump foi correta", sem ressalvas. Não se percebe nada do antiamericanismo tão difundido na América Latina. "A ação de Trump foi ruim para a humanidade, mas boa para a Venezuela", diz um diplomata europeu.

O apoio à ação dos EUA na Venezuela atinge todas as camadas sociais: líderes estudantis, deputados, sindicalistas e empresários. Mas também estão felizes os moradores dos barrios, as favelas de Caracas, com a prisão de Maduro e com o fim da repressão e da tutela intermináveis.

Os colectivos, milícias armadas de motociclistas em prol do regime, desapareceram. Nos dias que se seguiram à captura de Maduro, eles ainda dominavam as ruas de forma ameaçadora.

Além disso, a capital está mais segura do que nunca há muitos anos – mais segura do que a maioria das capitais no resto da América do Sul. Assaltos, assassinatos e sequestros quase não são mais um problema. Há alguns anos, Caracas era a cidade com o maior índice de violência da América do Sul.

Os EUA deixam claro que vieram para ficar. Semanalmente, representantes de alto escalão americano chegam ao país – não como visitantes ou convidados oficiais. "Eles agem como governadores visitando uma província", diz o diplomata.

Quase todos na Venezuela dizem que o país está sob a tutela dos EUA – mas isso não parece incomodar ninguém. Pelo contrário. Isso traz consigo a esperança de que o regime não continue a oprimir o povo como tem feito até agora – e que o país finalmente saia do isolamento econômico e político em que se encontra há mais de uma década.

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Só para lembrar: a nota mentirosa de ontem não foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, mas pelo STF para defendê-lo. Os vagabundos que constituem a maioria daquele antro são cúmplices dela.

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