Dia Internacional das Mulheres, tenho certeza de que você já foi enrolado por alguma e pensou "ah, se eu fosse um cara atlético de 1,90 de altura", ou "ah, se eu fosse um daqueles espertos que conseguem envolver todo mundo", ou "ah, se minha conta bancária tivesse bilhões".
Pois você podia ser até o dono do banco, não ia resolver. Veja, por exemplo, o diálogo entre um banqueiro que tem frequentado as manchetes e sua então namorada. Na volta que ela dá não vale a pena levar a discussão adiante porque o amor é superior a tudo, mas a culpa é dele, que falou que ia e não foi, deixando-a muito insegura.
Também tem o caso daquele juiz que estava feliz da vida, ganhando uma bela grana enquanto condenava inocentes e dava vazão à sua psicopatia. Quer dizer, ele achava que era bastante, mas sua esposa não pensava assim:
- Você fica aí todo vaidoso com esses elogios dos jornais, mas eles só estão te usando. Você não se dá valor e não valoriza sua família. Meu escritório só pega casinho mixuruca enquanto o da mulher do G fatura horrores a cada mês.
- É que antes deles montarem a maracutaia ela já era uma advogada famosa e...
- E eu sou o quê? Vai me jogar na cara que eu tive que me formar no curso noturno da Anhembi-Morumbi? Ela se dá bem porque tem o apoio do marido, coisa que eu não tenho a sorte de ter.
Tanto foi que ele acabou criando um esquema para a mulher ganhar bem. Bem não, melhor que qualquer outra ou outro na história da advocacia brasileira. E sem precisar fazer nada. Agora sim, eles desfilariam orgulhosos por aí. Agora sim, nada poderia impedir que sua felicidade fosse completa.
Foi então que...
* * *
E a mulher russa? Além de uma específica, que era chamada de futura esposa pelo banqueiro, tem as que ele contratava para as festas na base de três para cada convidado masculino. Parece que elas sumiram da história em que só entravam pela porta lateral, mas não sei se dá para confiar muito nisso. Com tanta mulher envolvida, é bem provável que ainda apareça alguma disposta a causar um estrago maior.
Aguardemos.


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