A figura foi cortada, mas há mais uma na Argentina e duas na Venezuela. Segundo o relatório de uma comissão do Congresso americano destinada a acompanhar o tema, a China tem dez bases militares secretas operando na América do Sul. Talvez onze, porque pode existir mais uma no Brasil.
A de Tucano está na sede da Alya Space, uma empresa baiana do setor aeroespacial que tem uma parceria com uma chinesa da mesma área para analisar dados de satélites. Segundo o relatório, isso permite que a China identifique ativos militares estrangeiros e rastreie objetos espaciais em tempo real no continente sul-americano.
Aila é a fundadora da empresa. Formada em arquitetura pela UNIME de Salvador, ela viu que faltavam informações para monitorar nosso meio ambiente e agora está por lançar centenas de nanosatélites num projeto de 700 milhões de dólares que foi bancado pelos sorridentes chineses que aparecem ao seu lado nas fotos.
As informações são esparsas, mas, cá entre nós, a história parece mal contada. No mínimo, falta explicar como a brasileira e seus parceiros chineses pretendem recuperar o seu investimento. Por via das dúvidas, tio Trump já declarou que não permitirá bases da China no seu quintal.
Hamas
Quem quiser a história completa pode assistir ao vídeo no X de Karina Michelin, mas o setor de antiterrorismo da Itália desmontou uma rede de financiamento ligada ao Hamas. Há nove presos, sete milhões de euros apreendidos, e um detalhe que nos leva de volta à Bahia.
Uma empresa como o mesmo nome da empresa italiana envolvida no caso foi aberta em Salvador e fechada poucos meses depois. Não se trata de uma coincidência porque as pessoas dos dois lados são as mesmas, a questão é saber exatamente o que elas fizeram ou queriam fazer por aqui.
Como no caso dos satélites, o desgoverno não se manifesta. E é óbvio que reunir bandidagem, China, Hamas e Bahia nos faz lembrar imediatamente do PT. Mas intriga internacional na Bahia, francamente! Assim o petismo vai desmoralizar até a espionagem.
Avião do Vorcaro
Um dos distribuidores de tarefa do Gabinete do Ódio - o verdadeiro, do PT - deixou vazar as instruções aos contratados pelo esquema: Falar que o Nikolas andava no jatinho do Vorcaro com um pastor da tal Lagoinha para defender Bolsonaro; não explicar muito, só dar a entender que um escândalo havia sido descoberto.
A verdade é que Nikolas e o pastor usaram o avião de uma companhia que os alugava e da qual Vorcaro era sócio em 2022. O "crime" é tão grave quanto seria ele ter se hospedado no resort do Toffoli anos atrás. Mas o modo como o caso foi apresentado na primeira manchete já ajuda a narrativa do PT:
Nikolas e pastor ligado ligado à Lagoinha usaram jato de Vorcaro em campanha por Bolsonaro em 2022.
Quem publicou esse título foi o jornal O Globo e a autora da matéria malandra é a Malu Gaspar, que alguns andam tratando como heroína, mas trabalha onde trabalha. Pode ser até um pouco menos safada que os colegas, mas é da turma.

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