segunda-feira, 9 de março de 2026

Cuba libre

Falem agora que o Nikolas arrumou 5 milhões e o Lara vai desamparar as vítimas das enchentes de Minas como dizem que fez com as do Rio Grande do Sul. "Dizem" porque é fake, ele salvou o cavalo no telhado. E agora está se preparando para enviar toneladas de alimentos e remédios, além de 50 milhões em dinheiro.

Ah, não, para. Desculpem, eu li por alto e me confundi. Ele quer mesmo enviar tudo isso, mas é para auxiliar Cuba e dar uma pequena sobrevida à ditadura comunista de lá. Deve mandar de navio, afinal é para essas coisas que serve aquele porto construído com nosso dinheiro e doado para o bandido Fidel.

É uma questão de prioridades. Primeiro os líderes da ideologia criminosa que o formou. Depois a companheirada, a mesada do filho, o irmão, a família. Um pouquinho atrás os picaretas não ideológicos que se juntaram ao bando para dividir o butim. No fim, se sobrar, uma graninha para o brasileiro que paga toda festa.

É sacanagem

Sacanagem dupla. Com os brasileiros, por motivos óbvios. Com os cubanos porque estende um sofrimento que já poderia ter acabado. Sábado nós publicamos o artigo de um esquerdista que reconhece o quanto a vida do povo venezuelano melhorou depois que os EUA capturaram o ditador e transformaram o país em seu protetorado.

No mesmo dia, em reunião com países latino-americanos dispostos a combater o narcoterrorismo, Trump reiterou que seu governo está negociando a mudança com os ditadores da ilhota e Cuba "terá uma grande vida nova" quando a fórmula for replicada por lá.

Na verdade, é provável que Cuba fique muito melhor que a Venezuela. A população e a distância para os EUA são menores, o simbolismo da mudança positiva seria muito maior, e a grande comunidade cubana dos EUA deve participar ativamente da reconstrução do país de onde seus pais tiveram um dia que fugir.

O vagabundo brasileiro ajudaria muito mais se convencesse seus mentores de que chegou a hora de aproveitar as fortunas guardadas no exterior. Do Maduro já encontraram bilhões, os cubanos não devem ficar atrás. Aliás, o Lara, que também deve ter sua poupança por aí, poderia dar o exemplo e deixar de nos incomodar.

Sete em dez

Nas reportagens sobre o dia de ontem, uma, da BBC Brasil, citava uma pesquisa em que 70% dos brasileiros - a média mundial é 42% - afirmavam que esse negócio de leis que beneficiam as mulheres já foi longe demais e agora os homens é que são tratados como cidadãos de segunda classe.

Aí eles entrevistavam uma defensora dessas políticas. E, ao invés de reconhecer que estava fazendo alguma coisa errada para colher esse resultado, a fanática saiu dizendo que a culpa era da internet, que convencia as pessoas a não pensarem como ela e, por esse motivo, seria perigosa e "antidemocrática".  

Como sempre, quando se trata desses pervertidos, "democracia" é o que lhes agrada e meio de comunicação "democrático" é aquele em que só eles têm voz. A moça não disse, mas está na cara que ela pensa que o resto deveria ser proibido ou "controlado". Eles não suportam o embate direto.


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