Todos conhecem o tal Lynch, o "intelectual petista" que criou a teoria de que o pobre fica mais feliz e mais petista quanto mais ganha benefícios e melhora de vida, mas não pode melhorar muito para não virar repentinamente um bolsonarista que olha com ressentimento para quem está melhor que ele.
Recentemente, na Folha, o sujeito voltou suas baterias contra as críticas da "extrema direita" aos sistemas de votação. Segundo a sumidade, onde tem voto eletrônico os fascistas pedem voto manual, onde tem manual pedem eletrônico. Tudo para confundir e desacreditar o processo democrático.
Nós já comentamos que isso é mentira, principalmente porque nos países onde há um mínimo de lisura dos responsáveis pelo processo e voto que possa ser auditado (por ser manual ou eletrônico com comprovante), a direita não faz crítica alguma. Basta ver os exemplos de Argentina, França, Alemanha, Japão etc.
Mas a desonestidade intelectual do petista não para por aí, pois, quando existem, as críticas passam longe da sua formulação idiota. E os dois países aos quais ele realmente se referia nos ofereceram exemplos disso dias atrás.
Nos EUA, Trump está tentando aprovar uma nova lei eleitoral que valeria em todo o país. Não para transformar o voto manual em eletrônico, como escreveu o mentiroso, mas para obrigar o eleitor a se identificar. O objetivo é impedir que alguém vote por outra pessoa ou sem estar apto, dois tipos de fraude usados pela esquerda de lá.
Por aqui a esquerda conta com uma reserva de ignorantes manipulados que se vendem por pequenos benefícios. Mas nos EUA e Europa o truque é criar essa massa abrindo as fronteiras para milhões de ilegais que dependerão do auxílio estatal e, se puderem, tenderão a votar em quem os prometer. E os americanos ainda têm o voto pelo correio.
A novidade brasileira é a pesquisa da filopetista Quaest, segundo a qual a urna eletrônica sem voto impresso tem a confiança de apenas 53% dos eleitores (a maioria deles petistas, gado manipulado por "doutores" como o Lynch). E os que desconfiam não querem voto manual como diz o malandro, mas a impressão do voto para auditá-lo.
O aumento dos que não confiam é expressivo em relação a pesquisas anteriores e deve estar relacionado às jogadas verbais dos defensores do atual modelo. Aceitar uma dúvida e procurar esclarecê-la é uma coisa, desviar o assunto e/ou inventar o que não existe é outra. E eles fazem isso direto.
Por um lado, dizem que o sistema é auditável porque você pode somar os boletins de urna, que são impressos, para conferir o resultado final. E isso é até divertido porque eles admitem que a impressão é o que garante a lisura, mas não levam o raciocínio para etapa anterior, em que seria preciso somar os votos impressos para validar os BUs.
Pior foi a recente explicação da Carminha Censura. A atual presidente do TSE disse ser contra a impressão do voto porque o pessoal o levaria para casa e poderia ser constrangido por alguém. Ninguém quer levar voto e ela sabe disso, por que mentiu desse modo vergonhoso? Porque não tem como justificar honestamente sua posição.

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