sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Eleitorado fiel

Considerando os presos (900 mil a um milhão), acrescido de um número ainda maior de pessoas que atuam no "crime de rua" (traficantes, aviões, membros de organizações criminosas, assaltantes) que não estão presas, é seguro estimar que o número de pessoas vivendo habitualmente do crime no Brasil atinge a casa dos milhões.

Essa foi a resposta da IA e a questão é saber quantos milhões. Acho que não é exagero chutar que de cada quatro criminosos habituais apenas um está preso neste momento. E também que, embora muitos sejam ovelhas negras, na média, cada criminoso influencia o voto de um familiar que apoia a sua "profissão" ou quer vê-lo bem.

Um milhão vezes quatro, vezes dois. O resultado é chocante, calculando por baixo temos uma massa de 8 milhões de pessoas, mais de 5% do eleitorado brasileiro. E em quem eles votam nós sabemos pela amostragem (altíssima em termos estatísticos) dos presos que eram autorizados a votar: quase 90% escolhiam a gang lulopetista. 

O "eram" já considera que nenhum preso votará no futuro porque o PL Antifacção passará no Senado com a mesma facilidade da Câmara. Aliás, essa votação enterrou o projeto do PT para que todos os presos votassem, algo que, sempre calculando por baixo, daria ao partido-quadrilha quase 700 mil votos adicionais. 

Mas a turma do Mensalão (e Petrolão, Aposentão, Bancão...) perde o milhão de companheiros presos e continua com os 7 milhões que estão na rua. Considerando, por baixo, que os votos destes se dividam numa proporção 80x20, eles terão, só aí, uma vantagem superior a 4 milhões de votos. 

Se esse pessoal não votasse, apesar de toda a pilantragem que enfrentou, Bolsonaro teria vencido o descondenado por 2 milhões de votos e não o contrário. Não é só porque compartilha de sua índole criminosa que o PT tanto apoia os assassinos que "só querem tomar cervejinha", é também por cálculo eleitoral. 

A gente fala muito nos analfabetos, nos que vivem na região sustentada pelo resto do país, nos ignorantes manipulados pela mídia desonesta etc. E tudo isso é verdade, Lara só vence no Nordeste e não chegaria ao segundo turno se os analfabetos fossem proibidos de votar, mas seu eleitorado mais fiel está na bandidagem. 

Mais fiel e mais torcedor, o ladrãozinho de celular deve vibrar cada vez que o chefão inventa uma nova falcatrua. Imagine roubar, ao invés da velhinha, todos os aposentados de uma só vez. Ou meter a mão em centenas de milhões e dar mesada de 300 k para o filho. O cara representa um ideal a atingir para esses "profissionais".   

Rolando gado

O professor ordenava-lhe que explicasse como morreu Alexandre, o Grande, e o Rolando Lero puxava o lenço e passava a lamentar a morte do Alesão, gente boa, velho companheiro de boteco e coisa e tal. E nisso ele ia até o diálogo típico:

- Tão cheio de vida, não posso acreditar, terá sido um acidente, algum marido ciumento? Me diga, professor, chuif, chuif, como morreu Alê?

- Foi o que eu lhe perguntei, seu energúmeno. Nota zero!

Pois agora você pergunta como ele explica que o Master tenha dado fortunas a uma advogada que nunca o defendeu e o gado "responde" no nível da Escolinha, perguntando para você. A gente sabe, energúmeno, mas o que o pessoal quer é se divertir com a sua explicação.

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