Pois os três assuntos sem pai a que nos referíamos ontem realmente sumiram dos jornalões. Tomando o exemplo da Folha, você só encontra uma notícia secundária sobre o Vorcaro e uma defesa da FIASCOP em coluna da ainda bela e sempre idiota Ilona Szabó, de tempos para cá também "de Carvalho".
Esse "carvalho" deve ser numerologia, pois ela é casada com um tal Robert Muggah. O currículo do casal é impressionante. Ela é especialista em segurança pública, política de drogas, controle de armas, violência policial, ação cívica e climática. Ele cuida de urbanização, prevenção de crimes, cibersegurança, economia digital, finanças climáticas, conflitos e estudos de desenvolvimento.
Quanto ao terceiro assunto, o petista agressor continua escondido pela mídia cúmplice, bem como quase tudo que diz respeito ao seu partido e ao desgoverno. O tema do momento voltou a ser Bolsonaro e sua condenação é abordada sem nenhuma referência ao seu cerne, que são as barbaridades cometidas pelos violadores de direitos humanos.
Para satisfação dos grandes e pequenos psicopatas que hoje comemoram, não se vislumbra, no momento, nenhuma solução para o abismo em que o Brasil mergulhou. A economia vai sendo cada vez mais sufocada, a bandidagem conectada à esquerda domina cada vez mais territórios e as únicas leis que se tem certeza que valem são as que criam obrigações e retiram direitos do cidadão.
O fio de esperança, por incrível que pareça, vem do exterior. Mas nem nisso nós podemos esperar rapidez, pois o primeiro da fila de alvos do governo Trump na América Latina é o chefão do cartel que hoje domina a Venezuela. E esse caso está literalmente maduro, mas ainda não foi colhido nem apodreceu.
Nessa posição, resta-nos apenas apreciar uma transformação tantas vezes repetida, mas que sempre parece impossível até acontecer. Ontem tínhamos aquele sujeito tão violento e arrogante como os que vemos por aqui. Hoje temos alguém que não dorme, desesperado com a possibilidade de pagar pelos crimes que cometeu.
Como curiosidade consta que, temendo que grupos venezuelanos o traiam para receber os milhões de dólares e continuar tocando a vida em outro esquema, o ditador importou 120 militares russos e outros tantos cubanos, para cuidar de sua proteção pessoal. Algo que parece inteligente no primeiro momento.
O problema é que, do ângulo da extrema esquerda latino-americana, ele sabe demais e não pode em hipótese alguma ser capturado ou se entregar aos americanos. Assim, consta também que os cubanos têm ordens explícitas para assassiná-lo caso exista o risco disso acontecer.
Deve mesmo estar difícil dormir. Mas ele merece. Outros também.

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