Nos presídios e nas redações pagas para enrolar os patetas, ele é um autêntico sucesso. Mas fora dali só arruma aqueles elogios de praxe, e viajar meio mundo para perder tempo com suas besteiras é algo que pouco se dispõem a fazer. Como era fácil prever, a COP 30 virou mesmo a FLOP 30 do descondenado.
Parece que escolher um mascote que caminha para trás e frequenta o cabeleireiro que atende à socióloga da pedra não deu muita sorte. Enquanto edições anteriores do evento chegaram a reunir mais de uma centena de chefes de Estado, sua atual versão só atraiu 18 deles. 17 se você descontar o Macron.
Alguns dos outros ainda mandaram funcionários sem poder de decisão para acompanhar as discussões - imagine o drama do coitado que precisa fazer um relatório sobre o discurso da Janja -, mas foi só. Vendo a desorganização dos meses anteriores, todos entenderam que dali não sairá nada de útil.
Com isso, o tal fundo multibilionário "para salvar as florestas", que seria a estrela do encontro, já naufragou. Apenas quatro países anunciaram apoio à medida e provavelmente nenhum irá além da conversa, todos sabem que entregar dinheiro na mão de um corrupto e incompetente é o mesmo que jogá-lo fora.
Encarregados de arrumar um culpado, colunistas subordinados ao lulopetismo como Bernardo Mello Franco escrevem artigos como "Boicote dos EUA esvazia esforço global pelo clima e transforma Trump em alvo da COP 30", onde contam que seu chefe eneadáctilo criticou as "forças extremistas" que negam o aquecimento global.
Porém o próprio Mello Franco - Mello, será primo da Patrícia? - informa que nem países como Rússia e China, frente aos quais o Molusco tanto rasteja, se dignaram a prestigiá-lo. A bronca com o Trump só é maior porque ele escancarou seu desprezo pela palhaçada e não enviou absolutamente ninguém para disfarçar.
Cadê a química?
De um reunião esvaziada para outra mais. O próprio ser abjeto vai deixar a FLOP para participar do encontro da CELAC, boicotado tanto por latino-americanos como por europeus. E vai para "manifestar solidariedade regional à Venezuela após ameaças americanas", segundo declarou Mauro Vieira ao G1.
Pô, mas ele não tinha largado os colegas ditadores comunistas e virado amiguinho do Trump? Agora critica o cara em Belém e viaja para criticar de novo na Colômbia? Que fim levou a química que os sabujos de redação juravam ser de coração? Será que isso não prejudicará as negociações sobre tarifas e sanções?
Que negociações? Como já notou quem raciocina, se os EUA não tivessem mantido as tais "exigências políticas" o vagabundo já teria corrido para livrar os empresários e ministros que estão com o seu na reta e o pressionam. Se ele continua a fugir dos americanos é porque a militância de redação estava mentindo quando disse o contrário.
Mas o importante é que eles acertaram aquela parte em que o Bananinha e o Figueiredo foram expulsos depois da química. É verdade que os dois acabaram na cúpula da CPAC na casa do Trump, mas só porque os empregados abriram a porta sem autorização. Vamos continuar acompanhando os fatos pelo G1 para saber o que devemos pensar.

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