Que beleza a influência americana. Não a das épocas em que - ninguém é perfeito - os doidos predominam e tentam convencer a humanidade que mulher bonita deve necessariamente ter a pele escura e 80 quilos de sobrepeso, mas a de quando eles se dedicam a fazer propagandas com carros potentes e a Sydney Sweeney.
Felizmente, os períodos de normalidade têm sido muito mais longos. E agora que voltamos a um deles existe uma luta aberta contra os dementes que, depois de se infiltrarem em todos os espaços disponíveis durante décadas, pensavam ter conquistado um poder que nunca mais seria contestado.
É nesse contexto que se deve ver a notícia de que Trump vai classificar o famigerado Antifas como uma organização terrorista e investigar quem financia seus militantes. A questão está aí, nos financiadores, nos Soros da vida e seus equivalentes, que estão por trás de tudo e atuam no mundo inteiro.
Ligada a esse gente, a imprensa dos Peninhas e Millys Lacombes evita passar recibo, mas já sente onde a coisa pode chegar e começa a criticá-la. Destaque para a notícia da Folha: "Trump classifica antifascismo como organização terrorista...". O antifascismo, para quem escreveu isso, não é mais uma política ou uma filosofia, aiai.
Outra bela influência americana está na reação do nosso Congresso, que nos últimos dias resolveu se insurgir contra o trator bolivariano/globalista do STF. Primeiro foi a PEC que livra os políticos de chantagens jurídicas. Agora é o andamento do projeto de anistia aos condenados pelo "golpe".
Nada é definitivo, os poderes das trevas se movem nas sombras, dispostos a tudo para manter os deputados no cabresto e os inocentes presos. Mas jamais teríamos chegado a isso se dependêssemos apenas de nossa oposição. É dos EUA que vem a energia para colocar esses mecanismos em movimento.
Os inimigos da liberdade sabem disso e reagem como podem. No STF ameaçado por sanções diretas já teve até gente choramingando. As colunas dos jornais parecem escritas por crianças mimadas prestes a perder seu doce. E seus editorialistas criticam a rebeldia dos políticos e a interferência estrangeira - mas nem sempre foi assim.
O print foi editado, mas seu conteúdo é autêntico. O Estadão pediu e o Globo noticiou: americanos, vocês que mantêm a sanidade, livrem-nos por favor dos anormais que estão tentando escravizar o país. Querem interferir, mandar tropas? Podem vir, nós aceitamos até bomba atômica!
Imagine o escândalo que eles fariam se alguém dissesse isso hoje. Pois é, acontece nas melhores, as famílias Mesquita e Marinho não souberam educar bem as crianças. Mas quem sabe os americanos, que já voltaram ao normal, não acabam fazendo hoje a vontade de seus patriarcas. Não seria mesmo uma beleza?


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