domingo, 10 de agosto de 2025

Invasão da Pátria Grande

O governo americano autorizou o ataque militar aos cartéis classificados como organizações terroristas, inclusive em território estrangeiro. E o primeiro alvo deve ser a Venezuela de Nicolás Maduro, que após a última fraude eleitoral não é reconhecido como presidente, mas como chefe de um desses cartéis.

Ainda não se sabe se a tarefa será entregue ao exército regular ou ao grupo Blackwater, mas tudo indica que Trump decidiu acabar com a ditadura inaugurada por Hugo Chávez. E talvez não seja tão difícil fazer isso, pois dizem que há núcleos de rebelião interna e pouca gente estaria disposta a se sacrificar pelo bigodudo. 

Caindo a Venezuela, ditaduras piores, como Nicarágua e Cuba, podem ser as próximas. Mas a questão é o que acontecerá na, apesar de tudo, "menas" ruim. Nosso governo também está nas mãos do Foro de SP e tenta repetir o modelo chavista de ditadura via Judiciário. Podemos acabar lutando contra os EUA? Há três possibilidades.

Não

É a resposta mais provável. O ex-presidiário ficaria furioso e faria discursos ameaçadores, mas sabe que seria derrotado com facilidade e sempre foi um covarde que só ataca quem não pode se defender. O sujeito tem medo de conversar com o Trump, imagine de enfrentá-lo militarmente.

Não consegue

No segundo cenário a Janja ou o Sidônio o convencem a declarar guerra auzamericanu, mas ninguém leva a ordem a sério e a parte dos militares se recusa a obedecê-la. Na confusão que se segue, o povo sai às ruas, os militares descontentes se mostram majoritários e o desgoverno acaba por ser derrubado.

Guerra

Ele ordena e os melan... generais obedecem. Os americanos desligam nosso GPS e mandam tropas para cá. Chega o momento da primeira batalha e os brasileiros se rendem porque ninguém vai morrer para agradar ao cachaceiro. O mesmo acontece na segunda e nas demais, de modo que a guerra termina em poucos dias.

Força de ocupação não deve satisfação a ninguém. O general americano manda prender os oito do STF, a cúpula do Executivo e alguns de seus apoiadores mais exaltados, inclusive na imprensa. Eles são enviados para Guantánamo e passam a ser julgados pelo golpe eleitoral de 2022 e as arbitrariedades praticadas desde 2019.

Em uma semana os americanos se retiram, deixando nosso Congresso praticamente intacto e nosso Executivo entregue a uma junta que se compromete a transmiti-lo para quem vencer as eleições auditáveis de 2026. 

Huuummm... pensando bem...

Vai lá, descondenado, confie no seu potencial.


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