Os jornalões do Consórcio, que sustentaram a narrativa do (falso) "golpe" e apoiaram todas as barbaridades que ele cometeu em nome da (falsa) "defesa da democracia", acharam que era demais passar esse novo pano e estão hoje pedindo que ele renuncie ou seja afastado por seus pares.
Por todo lado, gente que se orgulhava de sua companhia agora se finge de surpresa e tenta se descolar do principal sustentáculo da ditadura luloalexandrina. Só quem ainda o apoia é o lixo do lixo: Daniela Lima, Tia Reinalda, talvez os menines do Xandão Coração, e o gado mais abjeto.
O curioso é que o psicopata corrupto devia cair pela primeira característica, mas está prestes a dançar pela segunda. E pode ser que ele ainda se segure no cargo, principalmente se o parceiro igualmente corrupto vencer a próxima eleição, mas sua capacidade de espalhar o mal foi definitivamente abalada.
Você pode fazer análises de todo o tipo sobre o famoso filme "Doze homens e uma sentença", mas o que nele me parece mais impactante é como pode ser necessário apenas um homem comprometido com sua consciência para evitar uma injustiça que muitos estavam dispostos a perpetrar.
A lista de nossos presidentes neste milênio está, no geral, abaixo de qualquer crítica. Quem a domina é o fundador do Foro de São Paulo, criador dos maiores esquemas de corrupção de nossa história. Depois temos a sua auxiliar. E aí vem o Temer, que até seria defensável se não fosse justamente quem colocou Moraes onde está.
A exceção positiva foi Jair Bolsonaro. Foi ele quem, entre tantos acertos, levou André Mendonça para o STF. E foi Mendonça quem, praticamente sozinho em meio aos cúmplices do ditador careca e aos por estes manipulados, levou à frente a investigação que acabou por desnudá-lo. Bastou um.
A Gazeta do Povo traz hoje uma entrevista com o senador Marcos do Val, que muitos tratam como meio pirado, mas que já mostrou possuir realmente bons contatos com a inteligência norte-americana. Ele diz que Mendonça só não foi derrubado pela banda podre do tribunal porque tem um forte apoio do governo Trump nos bastidores.
Enquanto isso, na Nicarágua, foi aprovada a lei que impede a eleição de opositores ao ditador Ortega, barrando responsáveis por "atos golpistas" e "traição à pátria", além dos que tenham "solicitado intervenção das forças armadas". É a mesma coisa em Cuba e foi na Venezuela, é o linguajar das ditaduras do Foro de São Paulo.

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