Como esperado, nossos jornalões não trazem nenhuma referência à denúncia de Trump sobre a fraude nas eleições com urna eletrônica da Venezuela de Maduro, amigão sabemos de quem. Nem com aquele famoso "sem provas" eles querem tocar no assunto que é tão importante para nós e o Butão.
Resta-nos torcer para que a manifestação de ontem seja a primeira de muitas e possamos conhecer mais detalhes de como eles fraudavam por lá, onde a eleição deveria ser mais segura que a nossa porque a urna emite o comprovante impresso do voto. Se nem isso resolve, o furo é ainda mais embaixo.
Outro assunto que parece proibido é o tarifaço da China sobre nossas exportações, mais que o dobro do determinado pelos americanos. Não sei qual acaba sendo mais danoso quando se considera a importância dos itens envolvidos na balança comercial, mas a imprensa deveria no mínimo dar atenção aos dois.
Não é assim, eles se concentram no americano e em noticiar que o desgoverno tentará jogar essa conta sobre Flávio Bolsonaro. E o fazem com falsa imparcialidade, sem ressaltar que o senador tentou evitar a nova taxação e não tinha, como o desgoverno, poder para corrigir os motivos que levaram os EUA a decretá-la.
É evidente que esse discurso de falsa neutralidade não poderia ser mantido no caso chinês, país sobre o qual Flávio não tem a mínima influência e o Lara admira e trata como aliado de primeira hora. Será por isso que nossos bravos jornalistas decidiram falar quase nada sobre o assunto?
De qualquer maneira, não creio que a tentativa de jogar o tarifaço sobre Flávio vá colar. Está certo que o QI 83 pesa na balança, mas qualquer chimpanzé entende a diferença entre quem manda e quem não. Imaginar que um senador vai aos EUA e manda eles nos tarifarem é desconsiderar a autoridade de Trump e do próprio Lara.
Ontem, a propósito, vi uma propaganda petista sobre o assunto naqueles vídeos curtos do YouTube. Nos comentários, praticamente todos metiam o pau no desgoverno. É claro que a maioria do eleitorado petista não sabe escrever o suficiente para comentar, mas o volume era significativo de qualquer modo.
A verdade acaba se impondo, mesmo quando uma imprensa desonesta se une para escondê-la e deturpá-la.

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