sábado, 20 de junho de 2026

Os doutrinadores voltam a atacar

A ONU ataca novamente. E ataca as crianças, que deseja transformar em ativistas de suas causas climáticas (e outras, como a "igualdade de gênero") através de um ambicioso programa de doutrinação que inclui medidas para cada faixa etária e deve ser aplicado a metade das escolas do mundo até 2030.

Vale a pena ler o artigo da Gazeta do Povo de hoje sobre esse novo plano globalista, mas podemos adiantar que já tem ONG bem financiada trabalhando para implantá-lo por aqui e nossos típicos educadores e educadoras não se negarão a aumentar o paulofreirismo de nossas escolas. 

Não sendo Português e Matemática, é com eles mesmo. Agora, por exemplo, há uma turma que pretende evitar o feminicídio ensinando os meninos brasileiros a tratarem as mulheres como se deve. O que eu acho pouco, pois seria melhor ensiná-los a não roubar e não matar ninguém, acabando de vez com o crime no país.  

Mas deixando as brincadeiras de lado, será que essas coisas acabam funcionando em grande escala? Talvez possamos ter uma ideia pelo resultado que os globalistas estão obtendo no ataque ao grande inimigo de sua doutrinação, que é a informação livremente distribuída através das redes sociais.

A última moda é proibir que crianças e adolescentes até 16 anos acessem a internet. Países como a Inglaterra estão pensando em adotar a medida, mas onde ela já está em vigor há mais tempo é na Austrália, que a colocou em prática seis meses atrás.

Funcionou, as crianças australianas voltaram a jogar bola de gude, dar papinha pra boneca e cantar cantigas de roda? Que nada, segundo um estudo do National Bureau of Economic Research, nada menos que 75% dos adolescentes entre 14 e 15 anos (faixa pesquisada) deram um jeito de permanecer online.

Além disso, a situação piorou sob diversos aspectos. Crianças que percebem algo estranho não o denunciam para não entregar que burlaram a lei. Os pais acham que está tudo bem e não se preocupam com o que os filhos estão vendo. E as empresas deixam passar todo lixo porque, teoricamente, nenhuma criança está online.

Os pesquisadores também acabaram "descobrindo" que boa parte da socialização dos jovens hoje se dá através das redes. Uma criança isolada geograficamente ou por alguma condição de saúde perde os contatos que podia manter facilmente pela internet. Querendo assumir o papel de mãe boazinha, o governo se torna madrasta má.

Pode ser que esses doentes ainda acabem implantando uma ditadura tecnológica ao estilo chinês e obtenham o controle que tanto anseiam. Mas sem essa opção radical, que exigiria um grau de degradação social muito maior do que o atual, as pessoas reagirão e boicotarão seus arreganhos totalitários.


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