O escândalo das meninas inglesas estupradas e prostituídas por gangues de muçulmanos já se estende por décadas. Apenas em Rotheram, cidade com cerca de 120 mil habitantes, já foram registradas mais de mil vítimas. E ninguém da polícia ou dos serviços sociais, ou da política, foi responsabilizado por sua negligência.
Uma investigação do Parlamento foi negada em 2020 porque "não era do interesse nacional". Uma tentativa, no ano passado, acabou de modo caótico após ser sabotada pelo governo trabalhista através da inclusão de outros assuntos. E agora o mesmo governo nomeou um deputado de seu time para fazer um relatório sobre o caso.
Mas o deputado independente Rupert Lowe se dedicou a investigar o tema por conta própria e, dias atrás, apresentou relatos de vítimas a seus colegas. Além de sofrerem todas as perversões possíveis, as adolescentes eram achincalhadas por serem brancas e cristãs, podiam ser presas em jaulas para cachorros e por aí afora.
Porém a mídia...
Provindo da direita e falando mal de pobres imigrantes aos quais os brancos devem desculpas por terem colonizado, Lowe não é exatamente benquisto pela mídia britânica. Particularmente pela estatal BBC, que já pode pedir música no Fantástico porque foi obrigada a lhe pedir desculpas pela terceira vez.
Na última delas, ele declarou que a pena de morte deveria ser o castigo dos que cometeram os crimes analisados, sejam estrangeiros ou nacionais. E os profissionais da imprensa cortaram o finalzinho, anunciando que ele queria matar apenas os estrangeiros, em geral paquistaneses.
Não foi um erro, foi proposital. Foi uma manipulação como a que a própria BBC fez com o presidente Trump, que hoje a processa exigindo indenização bilionária. E se eles fazem isso, calcule o que não fazem os militantes de redação menos famosos com políticos e personalidades menos famosas.
Não é só lá
Essa desonestidade tornou-se normal na imprensa ocidental. Para ficar em outro exemplo estatal europeu, teoricamente mais civilizado que a petralhada selvagem de nosso Consórcio, a alemã DW hoje publica um artigo sobre a atual "censura" de livros nos Estados Unidos.
Você vai ler e o que acontece na grande maioria dos casos é que administradores de bibliotecas escolares estão sofrendo pressões de grupos de pais para não oferecerem livros com temáticas que lhes parecem impróprias para seus filhos, em geral de propaganda LGBT.
É um direito dos caras, ninguém é obrigado a oferecer todos os livros do mundo e os banidos da biblioteca podem ser comprados na livraria. Mas os militantes de redação chamam isso de censura. Logo eles, que não reconhecem como censura a que gostariam de impor a todos nas redes sociais.
Censura internacional
Aquela asneira do regimento interno se sobrepor às leis subiu mesmo à cabeça dos seus autores, que agora, no esvaziado Gilmarpalooza, estão propondo nada menos que uma censura internacional. Se dependesse dessa gente e da imprensa canalha que a apoia, quem ficaria eternamente em jaulas seríamos nós.

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