Neste momento, um navio saído do México está a caminho de Cuba com mais de 800 toneladas de alimentos e itens básicos, um terço do total que será enviado pelo governo da preocupada sócia mexicana do Foro de São Paulo. Pelo menos vão usar o porto que nós doamos para a ditadura castrista, mas não é quase nada.
Cuba tem oficialmente mais de 10 milhões de habitantes, mas estima-se que, com as fugas/saídas dos últimos quatro anos, sua população real mal passe dos oito milhões. 800 mil quilos para 8 milhões dá 100 gramas por pessoa; vezes três, 300 gramas, o peso de uma refeição relativamente leve.
É claro que os cubanos produzem alguns alimentos, mas a situação tende a se agravar rapidamente agora, quando falta combustível para gerar energia elétrica ou movimentar veículos e ninguém deve ter coragem de enfrentar a proibição americana de fornecê-lo. O México, por exemplo, já está mostrando que não comprará essa briga.
Mas ainda há comunistas valentões mundo afora. Durante convenção de seu partido, um deles, de camisa vermelha, gritou no último sábado: "Nós somos solidários ao povo cubano, que é vítima de um massacre dos Estados Unidos, e temos que encontrar, como partido, um jeito de ajudar."
Para azar dos cubanos, o autor da frase é o pai do rapaz que andou recebendo mesada de 300 k com dinheiro roubado de idosos. Sempre que seus discursos apelam para o "temos que" ou "não podemos mais admitir que", você pode ter certeza que ele só está garganteando e não fará nada.
De nossa parte, torcemos para que os criminosos que controlam a ilha larguem logo o osso e permitam que sua população seja auxiliada diretamente pelos EUA. Se der tudo certo, talvez as coisas estejam resolvidas até 13 de agosto, quando, se estivesse vivo, o bandido Fidel completaria 100 anos.
Aguardamos também um artigo em que a autodenominada "putinha do PT" explicará toda a situação. No melhor estilo "veja como isso é bom", ela já teve coragem de escrever que a doação do porto era benéfica para o Brasil. Vamos ver o que dirá quando ele passar a ser administrado pelos americanos.
Não é aqui (alerta de humor negro)
Cuba é uma ilha e muitos cubanos tentam fugir de barco para os EUA, mas a porção de terra mais próxima dela é o Haiti. A parte humorística da situação é que, não acreditando que possa existir um país tão ferrado quanto o seu, tem gente que foge de Cuba para o Haiti e tem gente que foge do Haiti para Cuba.
É evidente que o objetivo de quem realiza essas travessias é fazer uma escala na ilha vizinha para de lá se dirigir a uma parte decente do mundo. Mas imagine a cara do sujeito que enfrenta os tubarões num barquinho ao cruzar com outro que encara os mesmos perigos para chegar onde ele estava.

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