Da poderosa China à mais insignificante nação do planeta, todos correram para conversar com Donald Trump ao sentirem que suas economias seriam prejudicadas pela recente política de tarifas do americano. Mas naquele mundo em que traficante é vítima de usuário as coisas são diferentes.
Como de hábito, o descondenado tentou se eximir de sua responsabilidade e se aproveitar da ignorância de seus eleitores. Encheu as redes de propaganda em que dizia que a soberania brasileira estava sob ataque e fez o possível para fugir de Trump. Estaria fugindo até hoje se não tivesse sido encurralado na ONU.
De lá para cá, chegou a viajar meio mundo apenas para encontrar Trump na Malásia e evitar a Casa Branca. Saiu do encontro dizendo que estava quase tudo acertado, os negociadores dos dois lados ficaram frente à frente numa primeira reunião de trabalho e... E nada, a coisa parou por aí, nem se sabe quando será a próxima reunião.
Segundo repete exaustivamente o consórcio, os americanos já teriam concordado em não falar sobre censura, perseguição a Bolsonaro e temas equivalentes. Bastaria apenas lhes oferecer alguma pequena vantagem comercial para eles deixarem esse negócio de lado e até devolverem os vistos dos violadores de direitos humanos.
Mas se está tão fácil, por que não resolver logo? Por que ficar mantendo a ansiedade dos violadores e de importantes setores da economia? Mais uma vez, o discurso não combina com os fatos, o mais provável é que o desgoverno esteja longe de um acordo e tentando empurrar o problema com a barriga como faz com quase tudo.
Outra possibilidade é que o pelego tenha voltado aos tempos de sindicato e cantado vitória para os "companheiros" após se acertar com o "patrão" Trump nos bastidores. Neste caso, comprometendo-se a reverter as arbitrariedades dos militantes da primeira turma através de um recurso na segunda ou alguma manobra política no Congresso.
Trump não precisa se precipitar, tem a possibilidade de aumentar ainda mais as tarifas ou distribuir outras Magnitskys se tentarem enganá-lo. Quem tem que se mexer é o ser abjeto, que não está nem aí para os setores econômicos prejudicados, mas não pode esquecer de quem o tirou da prisão e o colocou onde está.
Alguma coisa terá que acontecer nas próximas semanas. Ou pelo menos nos próximos meses, pois em mais alguns já se esgota o período para as definições eleitorais. Até lá, teremos que aguardar. Vamos ver no que tudo isso vai dar.
Quem é Vivi?
Acho que todos viram a cena. O dançarino de frevo da GloboNews estava tratando do combate aos narcoterroristas do Rio quando uma voz misteriosa saiu do seu microfone de lapela: "Alguma problema falar disso, Vivi?"
Quem falou? E, mais importante, quem é Vivi? Uma nova diretora, alguma fiscal do partido das vítimas instalada dentro da Globo? Alguém que conhece os bastidores daquela coisa deve saber e vai acabar entregando.

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