quinta-feira, 3 de julho de 2025

Mascotes

Quando é para elogiar, a gente elogia. Foi muito pertinente, em termos petistas, a escolha do Curupira como mascote da COP 30, que deve acontecer em Belém daqui a alguns meses. Não porque ele protege a mata dos caçadores e desmatadores inescrupulosos, mas pela própria descrição de sua figura.

Segundo dizem, o Curupira é um menino de "baixa estatura" (como a moral do PT e de seu líder bobo da corte), com "cabelos vermelhos" (como a cor da ideologia assassina do petismo), "dentes afiados" (como os que os petistas cravam no dinheiro público) e pés "virados para trás" (para onde o PT está sempre levando o Brasil). 

Eu só achei de mau gosto usar um "menino" porque isso nos lembra do "menino do MEP" e do que dizem que está acontecendo com crianças a poucos quilômetros de Belém, na Ilha do Marajó. Vamos torcer para que os petistas não estejam prometendo nada imoral para convencer o pessoal a participar da reunião sem sentido.

Só faltou criar também um símbolo para a reunião dos BRICS, que acontecerá agora no Rio. O Putin não viria igual porque tem medo de ser preso, o iraniano não viria por medo de ser morto, o egípcio nem deu desculpa. Mas aposto que o Xi acabaria viajando se o símbolo do evento fosse uma mulata de fio dental ou algo parecido.

Atravessar o mundo para ficar conversando fiado numa sala é muito chato, você precisa oferecer também um pouco de diversão e fantasia para os convidados. Os petistas se esqueceram disso e, com exceção da Índia, só atraíram os líderes de alguns paisecos que entraram no bloco esses dias.

Mas aposto que eles ainda vão encerrar os trabalhos com a apresentação de um daqueles grupos que as escolas de samba montam para excursionar no exterior. E é claro que o Molusco vai tirar os sapatos e se misturar às passistas para bancar o engraçadinho. Pode não ter mascote, mas o bobo da corte está garantido.

Imprensa ridícula

"Lulistas inundam redes sociais com mote 'ricos versus pobres", e Congresso é um dos alvos", diz o Estadão antes de acrescentar que eles se reuniram com mais de 200 influenciadores para combinar essa estratégia. 

O jornal só esqueceu de frisar que, tal como os muitos que agora fazem comentários de mesmo teor no X, esse influenciadores são pagos. E com dinheiro público.

Quando nada existia além dos comentários espontâneos, o Estadão e seus colegas falavam, sem nenhuma prova, em gabinete do ódio. Agora que o esquema está escancarado, eles fingem que tudo é normal. Essa imprensa é realmente um lixo.


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