A de 52 todo mundo sabe que é a Alessandra Negrini. A de 43 eu vou dar uma dica: tirei essa figura de uma resposta a um tuíte da Elaine Bruma. Ah, claro, é a Marielle Franco, aquela que, como diz o letreiro na camiseta de um moça em outra resposta ao mesmo tuíte, "vive... enchendo o saco".
Se fosse uma tática para ganhar fama e atrair leitores até seria inteligente. Mas não, a Bruma faz isso a sério, como se a ridícula contagem dos dias fosse fazer alguma diferença no caso da vereadora inexpressiva que a esquerda resolveu transformar numa espécie de mártir de... sei lá, de alguma coisa.
Os leitores só aumentam, hoje há vários deles respondendo à sua pergunta. Alguns a sério, perguntando, em troca, por que os mortos da esquerda são mais importantes que os outros (coisa que eu também queria saber), quem mandou matar Bolsonaro e quem matou Celso Daniel.
Entre os demais, tem gente como o Érisson, que, ao estilo da própria Elaine, repete todos os dias a mesma pergunta: quem mandou estuprá-lo e tentou matá-lo com o fio desencapado da geladeira? E tem quem lembre que a exploração da Marielle já gastou e até a sua namorada já partiu pra outra.
Mas grande parte vai lá para zoar. Um quer saber se ela conta os dias fazendo risquinho ou numa planilha do Excel, outro fala que foi o Dunha, um terceiro a manda parar de puxar fumo, outros postam figuras como a copiada ou se limitam ao kkk. Virou piada.
Devia servir de alerta para a Elaine. Esse exagero obsessivo desmoraliza a causa.
E é o mesmo exagero que ela e outros alegados "defensores da natureza" abraçam por aí. Não adianta ficar dizendo que temos poucos anos para evitar que o planeta queime ou romantizar o índio "isolado" de calção Adidas e celular. Não adianta, é contraproducente, afasta até quem poderia apoiá-la.
Mas ali eu acho que não tem mais jeito. E talvez seja até melhor que continue assim. Mesmo que ela tenha uma iluminação e perceba que não adianta nada morar no meio do mato, como poderia se instalar num apê em São Paulo depois de tudo o que fez?
Com a Marielle é igual, a Bruma virou refém da sua contagem. Eu desconfio que aos outros ela não dá importância, mas o Érisson já a fez ver o ridículo da coisa. Só tem um problema: como parar? Na dúvida, ela vai em frente e conta mais um dia.
No risquinho ou no Excel?

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