A criminalidade está cada vez pior e deve ser, com certeza, um dos temas que boa parte dos eleitores brasileiros levará em conta na eleição. Mas o problema não é só do Brasil. Veja o caso de Johannes Natland, um norueguês de apenas 19 anos que acaba de ser condenado à prisão na Inglaterra.
Contratado via internet para realizar um assassinato em troca de 25 mil euros, ele acabou detido pela polícia inglesa em Manchester dois dias após chegar no país e recolher os instrumentos que deveria utilizar em seu trabalho: uma pistola semiautomática, um revólver e farta munição.
Natland, que ainda não havia recebido a mensagem decisiva com o nome de seu alvo (ou alvos), declarou que não tinha realmente a intenção de completar sua missão. Mas a juíza responsável pelo caso não aceitou essa desculpa e, embora levando em conta que ninguém chegou a ser morto, o sentenciou a 20 anos de reclusão.
Foxtrot Network
Lendo rapidamente até parece nome de rede de notícias. Mas a Foxtrot é uma organização criminosa que, em menos de dez anos, tornou-se a principal distribuidora de narcóticos da Suécia e passou a envolver-se também com tráfico de armas e a realização de assassinatos e atentados sob encomenda.
Seu nome é derivado do apelido de seu fundador, Rawa Majid, um imigrante islâmico de 40 anos conhecido como Raposa Curda. Segundo o Departamento de Estado americano, além da sua atuação na criminalidade comum, ele hoje mantém laços operacionais diretos com o regime iraniano, que visa utilizá-lo para realizar ataques contra alvos israelitas na Europa.
De acordo com as autoridades, o jovem norueguês teria sido mais um contratado pela Foxtrot, não se sabe exatamente para que e sob encomenda de quem.
O problema da imigração
Rawa Majid é um exemplo do que pode acontecer quando um país recebe imigrantes que não fazem questão de se integrar à nova nação. Levado pela família para a Suécia com um mês de idade, ele teve todas as oportunidades para se tornar um cidadão sueco normal. Mas formou gangs que inicialmente só aceitavam islâmicos e hoje as controla à distância, pois voltou a viver nas montanhas da parte turca do Curdistão.
Ter permitido a existência de pequenos países que adotam valores morais próprios dentro dos seus, não a imigração em si, foi o grande mal dos globalistas europeus. Agora ele está feito e será muito difícil consertá-lo sem medidas drásticas. Disso, mesmo sem imigração, nós entendemos bem.

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