Para buscar votos no segundo turno, o PT decidiu fazer aquilo que melhor sabe: mentir. Janones e outros especialistas do partido já saíram a campo. E Janja decidiu ajudá-los, postando que Flávio "vai acabar com a Farmácia Popular" e que "o crime organizado, com Flávio na presidência, vai dominar o Brasil".
As duas acusações são ridiculamente falsas e só podem enganar gente do nível sub-gado. Mas a segunda ainda inverte a realidade, pois é justamente o petismo que sempre estimulou a bandidagem.
Essa associação começa antes mesmo do partido, quando terroristas de esquerda treinados em Cuba transmitiram suas técnicas operacionais para presos comuns. Dessa convivência nasceu a Falange Vermelha, mãe de todas as quadrilhas narcoterroristas que hoje dominam o país.
Já formado, o PT fundou o Foro de SP, que reunia ditaduras comunistas e organizações político-criminosas como FARC e MIR. Num exemplo de ligação entre os pontos, Fernandinho Beira-Mar foi preso entre as FARC. E o MIR vinha ao Brasil para sequestrar empresários, sempre contando com o apoio do PT.
Além disso, todos conhecem a fascinação da esquerda com a criminalidade e sua recusa em punir adequadamente criminosos. O que resulta num apoio dos bandidos ao PT que pode ser mensurado na tabela abaixo, que mostra como foi a votação para presidente nos presídios em que ela aconteceu.
Os guardas e demais funcionários desses presídios também votam. Se apenas os criminosos votassem, o percentual do Lara seria certamente maior. Mas os números já são mais do que suficientes, falta agora mostrá-los para o cidadão que ainda tem dúvidas sobre quem poderá combater a criminalidade. É com a sua campanha, Flávio.
As imagens do topo se referem ao sequestro de Abílio Diniz, libertado às vésperas da eleição de 1989. No cativeiro, a polícia encontrou terroristas estrangeiros do MIR, armas diversas e material de campanha do PT.
O partido protestou dizendo que aquilo era uma armadilha para desmoralizá-lo eleitoralmente e não tinha nada a ver com o crime. Mas no ano seguinte fundou o Foro de São Paulo junto com o MIR. E depois passou anos lutando para libertar os sequestradores (que chamava de "prisioneiros políticos"), o que afinal conseguiu.


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