Mencionando datas, detalhes de comunicados sigilosos e confirmações em off, o Estadão traz hoje um interessante artigo sobre os tarifaços impostos pelos EUA ao Brasil, cujo título é autoexplicativo: "Governo Trump exigiu que Brasil liberasse participação de dissidentes políticos na eleição de 2026."
Por ali descobrimos que a maior parte das sobretaxas aplicadas aos nossos produtos nunca foi motivada por questões meramente econômicas, mas pela recusa do regime luloalexandrino em respeitar a liberdade de manifestação e os direitos humanos de seus opositores.
Setores inteiros foram (e continuam sendo) prejudicados por uma escolha política que poderia ser revertida a qualquer momento pelo desgoverno. Mas a parte boa da história é que, mantidas as condições de Trump, basta uma vitória da atual oposição para esse problema ser resolvido de imediato no próximo governo.
Aos que estão preocupados com a possibilidade da banda podre retirar o TSE das mãos dos ministros Nunes Marques e André Mendonça, um recado tranquilizador. Ainda não consegui falar com a Michele Sensitiva, mas Pai Ernesto já assegurou que não existe a mínima chance desse golpe prosperar.
Aproveitando o contato, Pai Ernesto me deu uma chamada por não tê-lo procurado antes. Da última vez em que falamos as forças superiores ainda não haviam decidido se Bolsonaro participaria desta eleição, mas pouco tempo depois elas concluíram que sim e aí está o resultado. Mais uma previsão que Pai Ernesto acertou.
"STF desmoralizado é presente para a extrema direita e Trump", escreve Marcos Augusto Gonçalves, editor da Ilustríssima da Folha. "Revolta dos ministros com Cármen Lúcia expõe degradação do STF", diz Merval em O Globo. "Ministros enfraquecem Supremo num momento perigoso", alerta sua colega suína.
Se essa gente não está gostando é porque foi bom. Passado mais um dia da tenebrosa reunião que impediu a investigação imediata do empregadinho de Vorcaro, eles mesmos reconhecem que a vitória pessoal de seus amigos prejudicou o regime luloalexandrino às vésperas da eleição.
Claro que isso só pode mudar ou definir a decisão de uma pequena minoria, mas numa eleição apertada qualquer votinho pode ser importante.

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