Se alguém ainda tinha dúvidas sobre quem "derrotou o bolsonarismo" em 2022, os últimos acontecimentos devem ter acabado com elas. Levadas a cabo por comissários do regime como Dino e Gilmar, as desesperadas tentativas de intervir no TSE revelam que eles consideram que o domínio do tribunal pode decidir a eleição.
Este ano não tivemos proibição de entrevistas no Planalto, contratação da Palmer para descobrir e perseguir perfis na internet, recomendações para ser "criativo", censura "só por um tempo" (e só para um lado), nem nada parecido. Por que então retirar os atuais dirigentes do TSE? Para ter tudo isso ou coisa parecida, ora bolas, só que desta vez contra a oposição.
Se tudo que aconteceu em 2022 e a cínica confissão sobre quem derrotou o bolsonarismo não foi suficiente, as atuais atitudes da banda podre do STF não deixam dúvida de que, tenham ou não as urnas sido alteradas, a eleição presidencial de 2022 foi manipulada, distorcida, e deveria ter sido anulada.
Como não foi, tivemos que aguentar quatro anos da praga retirada da cadeia ao mesmo tempo em que o vírus da covid saía do laboratório chinês. Quatro anos de retorno dos grandes escândalos de corrupção, de destruição das contas públicas, de prejuízos bilionários das estatais, de inflação, de promessas vazias, de defesa da censura nas redes sociais, da mentira em geral.
Para piorar, foram também quatro anos de expansão da bandidagem a níveis antes impensáveis, de domínio de parcelas crescentes do território nacional pelo narcoterrorismo que o petismo se recusa a combater e até mesmo a nomear.
O motivo imediato para isso é óbvio, quase 90% dos criminosos vota no PT e nós devemos ter cerca de oito milhões de eleitores entre bandidos profissionais e familiares que apoiam suas "atividades". Se desagradá-lo e perder parte significativa desse eleitorado, o petismo está condenado à derrota nas urnas.
Mas essas relações são mais estreitas do que parecem, algo que a moça da imagem acima ilustra muito bem. Festejada na época em que era recebida como alguém da família pelo casal presidencial e escondida nos últimos tempos pela grande imprensa, ela é a Deolane, que pensou que sairia logo, mas está há meses na prisão.
Isso não é gratuito, não acontece por capricho. Se você procurar por aí, vai descobrir que os promotores comprovaram uma série de crimes relacionados à sua estreita ligação com a família do Marcola, líder do PCC que, segundo se acredita, já decretou que esse arquivo deve ser queimado.
Pois é, temos aqui uma conexão direta entre a família presidencial e a família do líder da principal organização criminosa do país. Trata-se de algo escandaloso que deveria ser ressaltado agora, no período eleitoral. Inclusive porque eu desconfio que eles só estão esperando passar a eleição para devidamente "sicarizá-la".

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