Abaixo o preconceito contra os pretos. Vítimas de superstições milenares que ainda influenciam o mundo moderno, eles são injustamente associados às forças malignas e ao azar. E são, por isso, também os mais abandonados e os que mais demoram a ser adotados por uma família.
Quem diz é a militante Djamila Ribeiro, que aproveitou a sexta-feira, dia em que as bruxas se soltam, para defender os gatos em geral e os pretos em particular. Ela não pediu quota para cor de gato, mas seu artigo na Folha pode ser só o primeiro passo. Com essa gente que precisa inventar causas para defender, nunca se sabe.
De qualquer maneira, ela melhorou. A última vez em que li sua coluna, Djamila queria que investigassem quem obrigou as pobres loirinhas a virem da Europa para as festas do Vorcaro. Alguém deve ter lhe contado do mico que pagaria se insistisse em "salvar" quem não precisa de salvação alguma. Melhor procurar outra causa.
SinPatinhas
No meio do artigo de hoje, o SinPatinhas é citado. Fui dar uma olhada em como anda o projeto lançado em abril do ano passado e a estimativa é de que um milhão de animais domésticos tenham sido cadastrados. É pouco. E não dá para cobrar imposto para não assustar de vez os demais. Nessa o Taxxad quebrou a cara.
Pretos na política
Na mesma edição, a Folha volta à eterna choradeira sobre a "sub-representação" dos negros na política. E voltam as "soluções" que implicam em financiamento público de candidatos, fiscalização do uso desse dinheiro e toda a parafernália burocrática que os defensores da igualdade numérica gostariam de implementar.
É incrível como os caras requentam essas bobagens sem nunca escrever uma linha que seja sobre o motivo pelo qual os negros não votam obrigatoriamente em outros negros. Talvez seja chato constatar que os eleitores normais não são, como eles, preocupados com a cor da pele de seus representantes.
Situação preta
Preta mesmo está a situação econômica e social do país após quatro anos de regime pt-stf. Mas nisso a dona Folha e suas colegas de Consórcio dão um jeito de não falar demais. A sacada é dizer que o próximo presidente vai encontrar uma conjuntura difícil, como se nenhum dos atuais candidatos fosse responsável por ela.

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