quinta-feira, 14 de maio de 2026

Peleleca II

É claro que não tem nada demais você cobrar uma promessa de investimento de um mecenas que até então era visto como um empresário muito bem-sucedido. É natural fazer isso com gentileza. É lógico que, mesmo que quisesse, você não teria como favorecer indevidamente um investidor se o seu grupo não estivesse no poder.

Mas tudo isso não adianta muito quando você enfrenta a máquina de difamação que a canalha lulopetista mantém em constante alerta na imprensa e na internet, especializada em deturpar fatos e enrolar um eleitor incapaz de efetuar raciocínios muito superiores aos de um chimpanzé. 

Anteontem mesmo vimos essa gente, que não compra as vacinas tradicionais, culpando Bolsonaro pela falta da pseudovacina contra covid quando ninguém a tinha ou chegando à suprema idiotice de sustentar que "ele comprou, mas não vale porque não queria comprar". Era uma tentativa de reativar o comando mental Bolsonaro-covid. E basta-lhes reunir Master-Flávio para gerar uma sinapse similar.

Eles já estavam atacando Flávio por contratar alguém antes contratado por Vorcaro, imagine com os dois falando diretamente sobre dinheiro. Pelo que se viu até agora não houve nada parecido com as falcatruas dos expoentes do regime pt-stf, mas há um desgaste e é preciso esperar alguns dias para avaliar a sua real extensão.

Peleleca II

Ela largou o marido aos 40, já nos acréscimos do período para ser bem avaliada no mercado sentimental. E aí, quando muitos previam que nada de muito bom ainda poderia arrumar, encontrou o príncipe perfeito, de idade similar, bonito, atlético, esportista, riquíssimo e disposto a investir tudo em seu amor.

Parecia um conto de fadas, mas acabou com o vazamento de áudios constrangedores. A vantagem da Martha em relação ao Flávio é não ser candidata a nada, mas parece que arrumar esse tipo de problema é um karma adquirido por quem se aproxima do sujeito. Tem que benzer.

Bom investimento?

Parte do tom escandaloso que querem dar ao caso só é possível porque no Brasil parece meio estranho investir de verdade em algum negócio, principalmente no ramo cinematográfico. O pessoal aceita passivamente que o governo banque qualquer porcaria, mas não acredita que um particular o faça sem segundas intenções.

Há motivos para isso, pois a maioria dos filmes sobre temas nacionais não se paga. Mas é possível que Dark Horse seja uma exceção, não necessariamente por sua qualidade, mas porque pode ser "adotado" pelos bolsonaristas como o detergente Ypê. No final de tudo, Vorcaro ainda pode ter direito a receber uma graninha extra.

Não conhecia

Escrevendo aos poucos, já vi o comentário do Alessandro criticando o fato de Flávio não ter dito antes que conhecia Vorcaro. Enfiar uma dessas para não ter que explicar nada é uma atitude comum entre políticos brasileiros, que sabem como a mais inocente ligação poderia ser explorada. Mas isso gera uma exploração em dobro em casos como o atual. A rigor era desnecessário, mas agora é parte do desgaste.


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