🎵 Pilili, pilili, pilili, alguém ligou pra ti. Quem é? Sou eu, Bola de Fogo, e o calor tá de matar. Vai ser na praia da Barra que uma moda eu vou lançar. Vai me enterrar na areia? Não, vou atolar. Vai me enterrar na areia? Não, vou atolar. Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha. Calma, calma aà Carminha. 🎵
Não adiantou pedir, Carminha não se segurou. Depois de inventar a ilegalidade que deixa de ser ilegal se for só por um tempo e explicar que é contra o voto impresso porque o eleitor o levaria para casa, a foguentinha madrinha da censura decidiu encerrar sua presidência no TSE humanizando a urna eletrônica.
Faltou a música-tema, motivo pelo qual iniciamos sugerindo a pequena variação do clássico de Tati Quebra-Barraco. Mas já tem até mascote: a sorridente e dançante urninha Pilili, digna sucessora do tatu Fuleco na Copa dos 7x1.
Do dinheiro jogado fora nem se fala - se fosse o Barrosa ainda terÃamos artistas da MPB e cantorias até a madrugada. Os problemas do Pilili são conceituais e começam pela ideia de conquistar o eleitor jovem (o adolescente que detesta ser tratado como criança) com uma imbecilidade que faria sucesso no jardim da infância.
Mas o pior é que a urna eleitoral é, originalmente, apenas uma caixa destinada a guardar com segurança os votos que serão depois contados por alguém. Ela está para a eleição como a chuteira para um torneio de futebol, não deveria jamais passar de um instrumento sem vontade própria.
Humanizando-a você sinaliza o contrário, sugere que ela pode tomar decisões, fazer escolhas, manipular os votos que guarda em seu interior. E lembra também que um mascote é feito para parecer neutro e servir a todos, mas quem o cria quer acima de tudo vencer o campeonato.
Viagem aos EUA
De repente, o Lara tomou coragem e vai visitar o Trump. As especulações correm soltas e a minha é que, independente de outros assuntos, ele é capaz de oferecer até as calças para que os americanos não declarem nossas organizações criminosas como terroristas... antes da eleição.
Para Trump seria um pequeno adiamento, se a contrapartida for interessante não há motivo para não aceitar o acordo. Para o ladrão representaria a manutenção dos mais de 80% de apoio que ele tem entre os milhões de bandidos e seus familiares. Depois é outra história, mais uma sacanagem de tantas.

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